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Com o número de mortos pelo forte terremoto na ilha de Flores ultrapassando 50, a Igreja Católica está se mobilizando para prestar auxílio à população afetada. Inúmeras igrejas foram danificadas. O prelado de uma das áreas mais atingidas afirma: “O sofrimento é enorme, mas em nossa fragilidade, podemos sentir a presença da graça de Deus.”
O Patriarca Latino de Jerusalém visitou na festa da Assunção da Virgem Maria, o último povoado cristão remanescente na Palestina, afetada por severas restrições de acesso. “O vosso exemplo é importante”, disse ele, “para que possamos continuar a ser uma voz cristã no meio desta situação complexa.”
Sob o lema “Com a Colômbia, até o último recanto”, a Igreja Católica está mobilizando suas comunidades para apoiar os afetados pelo terremoto, coordenar a ajuda humanitária e manter a esperança. A iniciativa inclui um Dia Nacional de Oração neste domingo, 16 de agosto, e uma campanha nacional de arrecadação de fundos.
Após a oração do Angelus em Castel Gandolfo, o Papa saudou as milhares de mulheres reunidas em peregrinação ao Santuário de Nossa Senhora de Piekary Śląskie, na Polônia. Avós, mães, filhas e netas — há gerações, mulheres da Alta Silésia vêm a este local, trazendo suas intenções, histórias familiares e experiências de fé. A Peregrinação de Mulheres e Meninas é um dos fenômenos religiosos mais marcantes da região.
Aos fiéis reunidos na Praça da Liberdade em Castel Gandolfo, Leão XIV comentou a liturgia deste XX Domingo do Tempo Comum, que apresenta o episódio da mulher cananeia. “À luz desta fé, as desigualdades, as discriminações e as barreiras que pisam a dignidade de tantos filhos e filhas de Deus tornam-se insuportáveis”, disse o Santo Padre.
A violência dos colonos israelenses contra palestinos na Cisjordânia ocupada atingiu níveis recordes, registrando um aumento alarmante de episódios marcados por invasões, destruição de propriedades e agressões físicas com o objetivo de deslocar comunidades locais. Dados da Organização das Nações Unidas (ONU) e de entidades de direitos humanos apontam que a Cisjordânia vive um “ponto de ruptura” humanitário, agravado por ações coordenadas de grupos extremistas judeus
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